Há milênios são conhecidos os benefícios da prática meditativa. As técnicas são inúmeras, garantindo um repertório bem variado de opções, para todos os gostos. Há quem prefira o zazen, que procura esvaziar a mente sem apego aos pensamentos. Há quem prefira as práticas imaginativas, preferencialmente com condução de algum especialista (antigamente precisávamos ira até um centro para a prática; hoje temos muitas opções na internet). 

Para o escritor, a meditação regular pode ser de grande valia. Normalmente quem escreve tem raciocínio rápido, grande habilidade imaginativa, e não raro sofre não com a falta, mas com o excesso de informação. As ideias se acumulam, se embaralham, e o organizar de todos esses pensamentos às vezes causa uma enorme estafa.

Quando eu medito percebo que meus pensamentos ficam mais claros, ordenados, e a ansiedade sob maior controle. O ideal é experimentar alguma prática, sem exageros, e observar como ela se manifesta na escrita criativa. Experimente! 


Por Sandra Veroneze

Capítulo Integrante do livro “365 dicas para escrever criativamente”

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