Cada um é constructo do que viveu, sentiu, experimentou. E também do que não viveu, do que não sentiu, do que não experimentou.

Na literatura, criar um passado para cada um dos personagens é uma técnica assertiva para garantir coerência. A menos que enfrente algum problema ou distúrbio psicológico, cada ação do personagem encontra calço no seu sistema de valores, filosofia de vida, crenças, que foram se construindo ao longo da vida.

Onde seu personagem nasceu? Como foi sua vida até agora? Como isso impacta nas suas decisões de hoje?

Importante: o passado do personagem não precisará constar, necessariamente, na narrativa.


Por Sandra Veroneze

Capítulo Integrante do livro “365 dicas para escrever criativamente”

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