Se lhe perguntassem nesse momento como você se definiria, muito provavelmente a resposta diria respeito a algum papel existencial. Sou mãe, sou jornalista, sou uma livre pensadora, sou uma padeira aprendiz nas horas vagas... O papel existencial é como a própria pessoa se define e podem ser muitos, a partir de suas relações e também de acordo com as fases da vida.

Para seus personagens, crie papeis existenciais. A importância disso define na maneira como ele agirá ao longo da narrativa. Se o seu personagem se percebe, prioritariamente, como filho, que implicações isso trará para suas ações e decisões ao longo da narrativa. E se ele se definir como estudante? Ou um apreciador de vinhos?

Experimente criar para cada um de seus personagens um papel existencial central, que será determinante em seu comportamento ao longo da narrativa.


Por Sandra Veroneze

Capítulo Integrante do livro “365 dicas para escrever criativamente”

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